Em meio a um caos de pensamentos, frases, sentimentos controversos, filmes, músicas, nostalgias, melancolias.. Eis que surge dentro dela uma vontade, pequena, hesitante, que logo se torna uma necessidade quase extrema: escrever.
Como? Para quem? Exatamente o que? Nem ela sabe.. A única coisa de que tem certeza nesse momento é a voz, baixinha, sussurrante que, não pede ou sugere, exige: ESCREVA! E ela, como sendo a pessoa impulsiva que é, começa a derramar palavras soltas em uma folha em branco.
Já nem se lembra mais ao certo o que pensava antes de pegar a caneta e começar a macular a pureza do papel em suas mãos. Eram pensamentos soltos sobre esperança, dor, amizade, amor, sonho, ciúme, saudade, liberdade, a pessoa que “foi um dia” e quem quer “vir a ser”.
Agora ela escrever sem pensar, na tentativa vã e exaustiva de imprimir em cada palavra escrita, todos seus sentimentos mais profundos, guardados, que agora transbordam como em um vulcão.
Cansou de ficar em silêncio. Precisa colocar tudo pra fora, talvez por ser a “garota-sentimento” seja essencial compartilhar todas as coisas que, por um motivo ou outro, não disse e outras que precisa dizer em voz alta para que, de repente, comecem a fazer algum sentido.
E ao racionalizar melhor essa necessidade percebe que, por mais paradoxal que seja, ela precisa falar ao mundo, não por desespero, tristeza, angústia ou qualquer outro sentimento negativo, não, ao contrário, ela se sente PLENA, numa serenidade que faz surgir um aconchego, daqueles quentinhos, dentro dela. Só precisa escrever para contar o que “viu de belo e triste durante o dia” (Vinícius de Moraes).
Então..
Um suspiro. Um alívio. Uma sensação reconfortante. Uma sonolência. Parece como a nossa primeira vez (seja ela qual for): primeiro a insegurança e depois o contentamento pelo desejo realizado, saboreado até o fim. Proveitoso o bastante para que se queira fazer de novo.
Como? Para quem? Exatamente o que? Nem ela sabe.. A única coisa de que tem certeza nesse momento é a voz, baixinha, sussurrante que, não pede ou sugere, exige: ESCREVA! E ela, como sendo a pessoa impulsiva que é, começa a derramar palavras soltas em uma folha em branco.
Já nem se lembra mais ao certo o que pensava antes de pegar a caneta e começar a macular a pureza do papel em suas mãos. Eram pensamentos soltos sobre esperança, dor, amizade, amor, sonho, ciúme, saudade, liberdade, a pessoa que “foi um dia” e quem quer “vir a ser”.
Agora ela escrever sem pensar, na tentativa vã e exaustiva de imprimir em cada palavra escrita, todos seus sentimentos mais profundos, guardados, que agora transbordam como em um vulcão.
Cansou de ficar em silêncio. Precisa colocar tudo pra fora, talvez por ser a “garota-sentimento” seja essencial compartilhar todas as coisas que, por um motivo ou outro, não disse e outras que precisa dizer em voz alta para que, de repente, comecem a fazer algum sentido.
E ao racionalizar melhor essa necessidade percebe que, por mais paradoxal que seja, ela precisa falar ao mundo, não por desespero, tristeza, angústia ou qualquer outro sentimento negativo, não, ao contrário, ela se sente PLENA, numa serenidade que faz surgir um aconchego, daqueles quentinhos, dentro dela. Só precisa escrever para contar o que “viu de belo e triste durante o dia” (Vinícius de Moraes).
Então..
Um suspiro. Um alívio. Uma sensação reconfortante. Uma sonolência. Parece como a nossa primeira vez (seja ela qual for): primeiro a insegurança e depois o contentamento pelo desejo realizado, saboreado até o fim. Proveitoso o bastante para que se queira fazer de novo.
4 comentários:
:)
É isso, eu acho. É quase que exatamente isso!
PS: Nome interessante para o blog. De onde tirou?
;D
aiuhiauhuaihiuhaiua..
"é QUASE que EXATAMENTE isso"
Só vc msm Dan..
De onde tirei? Não faço ideia.. Surgiu assim.. Que nem essa vontade de escrever! ;]
Ué, quase exatamente. Não chega a ser exatamente, mas quase lá.
Prestençãomermão.
é meu terceiro blog, e é bem que meio por aí mesmo.
:P
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